12/05/2008

Inicio, qr dizer o q eu jah escrevi hj...
Meus caminhos sempre foram divididos, entre o q eu queria fazer e o q eu tinha q fazer... Nem sempre o q eu tinha q fazer era legal, ou interessante, muito menos normal ou quem sabe diferente.Às vezes planejava algo pra fazer durante um tempo, mas nunca consegui fazer isso, devido a circunstancias... Mas nada q me deixasse fora das minhas expectativas.Admito q sempre fui muito sonhador, alias, ainda sou sempre desejei, e ainda desejo, muitas coisas q concerteza, não terei, ou qm sabe se alguma coroa de 40 e poukos anos queira me dar ( no sentido ambíguo da questão), se eh q vc me entende...Morei muito tempo em um lugar que me alegravam os olhos, minha terra tem lugares q Deus fez com carinho, posso citar os lençóis maranhenses, q como eu disse, Deus criou pra que poucos possam desfrutar de beleza impar. Mas, como tudo tem imperfeições, nunca tive a chance de usufruir do q Deus fez no maranhão, por causa da minha quota de ações na bolsa de valores são Luis (atualmente extinta), ser quase nula (cerca de 0, 002 %), ms isso naum vem ao caso. Alem da questão da bolsa de valores extinta, outra coisa me chama a atenção: por que, nos maranhenses não temos a chance de ser dar bem, ganhar uma grana suficiente pra pagar a sua motinha pra fik se mostrando pra mulherada? Será a oportunidade que ainda naum chegou?? Será por causa daquela família que há mais de 50 anos monopoliza o governo estadual, será por q nos somos feios de mais pra trabalhar como modelos de nu artístico?? Muitas duvidas ( e dividas também) aterrorizam o meu querido estado. Por conta disso, muitos de nos, inclusive minha família e eu, saímos em direção da região sudeste pra ganhar a vida e tentar “um futuro melhor”.

continuando...
Eu estou escrevendo isso, por que, apesar de me chamarem de muitas coisas, ateh de coisas legais, naum posso ser chamado de hipócrita, pois eh essa a nossa realidade. Todo ser humano busca alguma coisa, o seu destino, o seu propósito. Naum digo isso soh para os maranhenses naum, falo isso pro irmão em Sampa, digo isso pro brother no rio, falo pro piá, na região sul, falo pro macho vei q mora no ceara, enfim falo pra todo mundo.Agora, estou a pouco mais de um ano aqui no rio de janeiro, e como diz aquele ditado: “entrou na chuva, eh pra se molhar”; pois eh, por incrível q pareça nunca fui assaltado, nem fui pro baile funk, também nunca fui a Copacabana, mto menos no Leblon. Ms a violência naum eh soh assalto e nem morte de crianças nos bancos trazeiros de carros, aki no rio de janeiro tem uma coisa mais comum q chuva no mês de maio: tiroteios e incursões nos morros. Deve ter mta gente se perguntando agora, enquanto lê isso, o q eu tenho a ver com isso: simples, eu sou mais uma vitima da violência do rio de janeiro.Deixem q eu descreva a cena: estava eu na frente da casa da minha tia mariazinha ( mto chata por sinal), com um amigo meu, o Fabrício, gente fina, começando pelas canelas, e meu primo Jhonatas ( o mais recente EMO do IAPI, depois eu vo falar dele), filho da minha tia mariazinha. Pois bm, as 19:00 (mais ou menos),estamos conversando quando derrepente sinto como se um choque ( eh! Isso mesmo, um choque, tipo um mini-mini-raio) tivesse acertado a minha coxa. Puxei o meu celular do bolso, pensei q tinha sido ele o responsável pelo tal choque, o desgramado estava sem carga, pq assim eu tinha deixado por preguiça (^^), ms no mesmo momento, sem lembrar q o celular estava sem carga, gritei: “eita porra, o celular estourou!”

eh... ainda tem mais...
Levei a mão mais uma vez em direção à minha coxa, ms dessa vez ao zíper, pq ao mesmo tempo q eu sentia o choque, vi q meu shorts estava molhado, por alguma coisa. Rapidamente eu tirei o shorts e percebi q o q estava me molhando naum era mijo, muito menos merda, era sangue!! Eu gritei: “que diabo eh isso?”Ao mesmo tempo q eu gritei, saí correndo pra casa da minha tia, pq era a casa de parente mais próxima do local do ocorrido, neh?? (kkk) soh parei qdo cheguei no banheiro da casa dela. Instantes depois chegaram akela galera q gosta de dar pitaco na vida dos outros, ms conhecidos como falsos médicos. Olha as perguntas q fizeram pra mim: “tah doendo?”, “isso eh um furúnculo??”, “vc tah com sede??”, “vc tem certeza q naum eh furúnculo??”. E uma serie de afirmações mais loucas q as perguntas: “isso eh furúnculo”, “isso eh uma veia estourada”, “q nada! Isso foi queda de moto” (o.O)( como uma pessoa sentada na calcada pode ter sofrido um acidente de moto??), entre outras, enfim. A afirmação q eu menos acreditava foi a vencedora: “bala perdida”. Mas no momento eu ainda naum acreditava no q realmente aconteceu. Entre uma afirmação desvairada e outra totalmente sem noção, minha mãe chegou, me viu sangrando e quase desmaiou. Os babacas das afirmações idiotas e das perguntas cretinas colocaram mais pilha na veia, q quase desmaiou.Fomos ao hospital mais rápido da cidade, Hospital Salgado Filho (galera, naum acreditem nisso!!) chegamos lah na emergência, as 19:30, mais ou menos, fiz alguns exames na primeira sala, me levaram pra segunda sala, fiz o raio X, fui pra terceira sala, fiz outro raio X, fui pra quarta sala, voltei pra segunda, segui pra quinta, voltei pra terceira. Entre uma sala e outra entrei em algumas filas, q como em todo o pais, naum demoram ( naaaaaaaaaaaaaaaaaaao, ¬¬), enfim, imagina vc com uma bala de fuzil na perna, com uma Puta dor, ficar na fila pra suturar a bala e no final o medico ainda dizer q naum precisa de sutura. ( q raiva!!! :@).
precisa mesmo falar q continua??
Tive q ficar lah a noite toda! ( nunca gostei de hospital, e nunca vou gostar!), ms em compensação as estagiarias... ( uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiii), cara, eu tava me sentindo no hospital da serie House Md. Com a doutora Cameron e a doutora Caddie. As duas concerteza dispensam comentários, e as estagiarias... nem se fala!Bem, passei um mês, alias 15 dias, pq no natal eu jah tava em casa ( quer dizer na 2ª casa, a lan House fatal error, the Blue house), e passei as festas de fim de ano com a minha nova família, ainda naum gostava mto deles, ms toh me acostumando com a idéia de morar em pilares, o ponto cego da zona norte. Que bom q Deus naum quis q eu fosse agora, pq como disse akele cara do filme: “tanta terra nesse mundo pra andar, tanta mulher bonita, e eu aki”Eh.... concerteza esse dia vai ficar marcado pra sempre na minha vida e na vida da Vanessa, minha fiel esposa ( essa eu posso chamar de fiel, pq nunca mais vai sair de perto de mim... kkkk) e minha atual bala na perna.No ano passado, quando eu cheguei na “cidade maravilhosa”, eu pensei q a minha vida iria mudar, soh q eu naum pensava q ia ser desse jeito. A minha escapatória, foi a minha incrível habilidade de fazer amigos, em qualquer lugar, em qualquer ambiente (^^).Independente do lugar q eu esteja, eu sempre tive amigos, naum soh nos colégios q eu estudei, ms tbm nas ruas em q morei. Lembro das meninas da minha sala de aula lah em alto alegre, das salas recentes e das salas mais antigas. Ledia, Aline e Francinalda, q muita raiva me faziam nos tempos de terceira serie ateh algum tempo atrás.


Aldeneide, kivia, Laís, Dayvane, Samara, Márcia (lindaaaaaaaaaa), Jaciara (inconfundível), e outras tantas q com o tempo a memória dos nomes se vão, mas a lembrança dos momentos inesquecíveis não se apagam tão cedo. Os malas dos caras tbm naum serao esquecidos. Eugue encabeça a lista, seguida por uma familia de irmaos q são mais q especiais pra mim. Os irmãos Adriano, André e Alyson Oliver, foram e são as pessoas q me ajudaram mto e qdo mais precisei, seguindo a ordem, tem os primos Tiago e wandson, da caxuxa, o Raimundo (lhubas), o Roberto. Vale lembrar q eu naum me lembro de todos os nomes e que esses são os nomes dos amigos e amigas da cidade em q eu nasci, a cidade de alto alegre do maranhão. Bem, em um momento mais apropriado eu falarei sobre os meus amigos em outras cidades. Por enquanto eu vou falando sobre desses, alias esse assunto jah deu o q devia dar. (parece frase de viado velho, aushduahsudh).

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